sábado, 23 de janeiro de 2010

Rodin - O Pensador

O Pensador

O Pensador (francês: Le Penseur) é uma das mais famosas esculturas de bronze do escultor francês Auguste Rodin. Retrata um homem em meditação soberba, lutando com uma poderosa força interna.

Originalmente chamado de O Poeta, a peça era parte de uma comissão do Museu de Arte Decorativa em Paris para criar um portal monumental baseada na Divina Comédia, de Dante Alighieri. Cada uma das estátuas na peça representavam um dos personagens principais do poema épico. O Pensador originalmente procurava retratar Dante em frente dos Portões do Inferno, ponderando seu grande poema. A escultura está nua porque Rodin queria uma figura heróica à la Michelangelo para representar o pensamento assim como a poesia.

Rodin fez sua primeira versão por volta de 1880. A primeira estátua (O Pensador) em escala maior foi terminada em 1902, mas não foi apresentada ao público até 1904. Tornou-se propriedade da cidade de Paris graças a uma contribuição organizada pelos admiradores de Rodin e foi colocada em frente do Panteão em 1906. Em 1922, contudo, foi levada para o Hotel Biron, transformado no Museu Rodin. Mais de vinte cópias da escultura estão em museus em volta do mundo. Algumas destas cópias são versões ampliadas da obra original assim como as esculturas de diferentes proporções[1].

O Instituto Ricardo Brennand na cidade do Recife, Pernambuco, possui uma réplica autorizada da obra, exposta nos seus jardins.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

As dez melhores obras de arte - 10


“O Retorno do Filho Pródigo” (1669), de Rembrandt
Museu Ermitage, em São Petersburgo (ex-Leningrado) – Federação Russa
Tive a oportunidade de contemplar em 08/04.

Picasso

As dez melhores obras de arte - 9

“Guernica” (1937), de Pablo Picasso
Museu Rainha Sofia, em Madri – Reino da Espanha

O bloco abaixo foi emitido pelo Reino da Espanha em 1981, para Comemorar o Centenário de Nascimento de Pablo Picasso e mostra a obra “Guernica” (Scott: 2252, Yvert Bloco 29 e 29a); a qual tive a oportunidade de contemplar em 04/1998.

As dez melhores obras de arte - 8


“O Altar de Isenheim” (1510/1515?-1516), de Grünewald
“A Crucificação”, retábulo central do Altar de Isenheim, pintado por Grünewald

A primeira vista do altar vemos: São Sebastião (esquerda), A Crucificação (central), Santo Antônio (direita), Entombment (bottom). Óleo sobre painel. Museu d'Unterlinden, Colmar – França?

Mathis Gothardt Neithardt (1455 ou 1460?-1528) ou Mathis Nithart Gothard foi, junto com Dürer, um dos pintores mais importantes da Alemanha durante o século XV e início do XVI. Seus dados biográficos são pouco claros e não se tem certeza do ano de seu nascimento. Curiosamente o nome Grünewald foi-lhe dado postumamente, decorrente do engano de um biógrafo do século XVII...

Nascido em Würzburg, próximo à Frankfurt, precursor do expressionismo e um dos maiores pintores germânicos do Renascimento. Começou a aparecer como profissional da pintura sacra quando vivia em Aschaffenburg, em Seligenstadt am Main e seu primeiro trabalho de data conhecida é o “Escárnio de Cristo” (1503).

Assumiu o cargo de pintor oficial do arcebispo de Mainz (1509), que morava em Aschaffenburg. Mudou-se (1515) para Isenheim, na Alsácia, para realizar o retábulo da igreja dos antoninos, obra máxima de seu estilo dramático, de intenso colorido.

Notavelmente influenciada pelos princípios da Reforma, seus personagens têm em si algo de caricaturesco, provavelmente uma referência à decadência do ser humano numa época em que inclusive a Igreja observava seu próprio declínio...

Morreu em Halle, e de sua obra, revalorizada no século XX pelos expressionistas, hoje, conservam-se apenas dez pinturas e alguns desenhos. Lamentavelmente, várias de suas obras foram dadas por perdidas, apesar de existir documentação provando sua existência.

“O Altar de Isenheim” foi realizado para o altar-mor da igreja do Mosteiro de Santo Antônio, em Isenheim. Toda a dramaticidade de um dos momentos chave da história cristã está plasmada na figura de um Cristo desmaiado de dor, na cena central da Crucificação, enquanto a mais terrível escuridão se abate sobre o gênero humano, refletindo a profunda devoção mística do movimento conhecido como Devoção Moderna...

As dez melhores obras de arte - 7


“A Lamentação” (1305), de Di Giotto
Cappella dei Scrovegni, em Pádua – Itália

As dez melhores obras de arte - 6


“O Enterro do Conde Orgaz” (1586), de El Greco
San Tomé, em Toledo – Reino da Espanha

As dez melhores obras de arte - 5


“A Ressureição”, de Pierro della Francesca
Mural em afresco e têmpera, 225 x 200 cm. Museu Civico, Sansepolcro – Itália

As dez melhores obras de arte - 4


“A Primavera” (1476/1477), de Botticelli
Têmpera sobre tábua, 203 x 314 cm, Galeria defli Uffizi, Florença – Itália

Tive a oportunidade de contemplar esta obra em 02/08/07 (quinta-feira), pois cheguei propositalmente em Firenze um dia anterior, assim poderia passar o dia do meu aniversário na capital da bela Toscana...

As dez melhores obras de arte - 3


“A Tempestade” (c. 1505), óleo s/ tela, 82 × 73 cm, de Giorgione
Galeria da Academia, Veneza – Itália; no acervo desde 1932.

O belíssimo quadro “A Tempestade”, também chamado de “A Tormenta”, é uma das peças fundamentais da pintura veneziana, ela marca o início do Século XVI na arte. Tive a oportunidade de contemplar em 16/08/07.

Especialistas dizem que Giorgione de Castelfranco foi deslumbrante por ter conseguido criar atmosferas insinuantes, sugerindo até uma certa qualidade musical... A natureza parece indefesa, tal qual a figura da mãe abandonada no quadro e as colunas truncadas, que aparecem como joguetes da terrível luta dos elementos.

As dez melhores obras de arte - 2


“Vista de Delft”, de Vermeer
Maurithshuis, em Haia – Holanda

As dez melhores obras de arte


1 - “As Meninas ou A Família de Filipe IV” (1656), Diego Velázques
Museu do Prado, em Madri – Reino da Espanha

Por unanimidade em primeiro lugar!
Abaixo, a obra “Las Meninas” em pôster de 24 x 36 polegadas.

Renoir


Jean Renoir (15 de setembro de 1894, Paris — 12 de fevereiro de 1979, Beverly Hills, Califórnia) foi um cineasta, escritor, argumentista, encenador e ator francês.

Foi o segundo filho do pintor impressionista Pierre-Auguste Renoir e de Aline Victorine Charigot. Criado entre as artes, Renoir cresceu envolvido pela sensibilidade artística em um apartamento cujas paredes eram abarrotadas de quadros do seu pai

Incompreendidos e subestimados no seu tempo, os seus filmes são hoje considerados entre as obra máximas da arte cinematográfica (cf. a opinião de Orson Welles, entre outros). Realizou nove filmes mudos e 27 falados. Suas maiores obras foram A grande ilusão de 1937, um sensível relato sobre as condições de vida dos prisioneiros franceses e seus captores alemães durante a I Guerra Mundial, e A regra do jogo de 1939.

Seus filmes, a maioria pertencente à escola do realismo poético francês, marcaram profundamente o cinema francês entre 1930 e 1950, tendo aberto a porta à nouvelle vague. O diretor François Truffaut é aquele que mais explicitamente reconhece a dívida para com Renoir.

Em 1975, Jean Renoir recebeu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, um Oscar especial que lhe foi entregue em reconhecimento ao conjunto de sua obra. Em 1976 foi condecorado pelo Ministério da Cultura da França.

Di Cavalcanti


Emiliano Di Cavalcanti nasceu em 1897, no Rio de Janeiro, na casa de José do Patrocínio, que era casado com uma tia do futuro pintor.

Quando seu pai morre em 1914, Di obriga-se a trabalhar e faz ilustrações para a Fon-Fon (revista). Antes que os trepidantes anos 20 se inaugurem, vamos encontrá-lo estudando Direito. Em 1916, transferindo-se para São Paulo, ingressa na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Segue fazendo ilustrações e começa a pintar. O jovem Di Cavalcanti freqüenta o atelier do impressionista George Fischer Elpons e torna-se amigo de Mário e Oswald de Andrade.

Em 1921 casa-se com Maria, filha de um primo-irmão de seu pai.

Entre 11 e 18 de fevereiro de 1922 idealiza e organiza a Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo, criando para essa ocasião as peças promocionais do evento: catálogo e programa.

Faz sua primeira viagem à Europa em 1923, permanecendo em Paris até 1925. Freqüenta a Academia Ranson. Expõe em diversas cidades: Londres, Berlim, Bruxelas, Amsterdan e Paris. Conhece Picasso, Léger, Matisse, Eric Satie, Jean Cocteau e outros intelectuais franceses.

Retorna ao Brasil em 1926 e ingressa no Partido Comunista. Segue fazendo ilustrações. Faz nova viagem a Paris e cria os painéis de decoração do Teatro João Caetano no Rio de Janeiro.

Os anos 30 encontram um Di Cavalcanti imerso em dúvidas quanto a sua liberdade como homem, artista e dogmas partidários.

Inicia suas participações em exposições coletivas, salões nacionais e internacionais como a International Art Center em Nova Iorque. Em 1932, funda em São Paulo, com Flávio de Carvalho, Antonio Gomide e Carlos Prado, o Clube dos Artistas Modernos. Sofre sua primeira prisão em 1932 durante a Revolução Paulista. Casa-se com a pintora Noêmia Mourão. Publica o álbum A Realidade Brasileira, série de doze desenhos satirizando o militarismo da época. Em Paris, em 1938, trabalha na rádio Diffusion Française nas emissões Paris Mondial. Viaja ao Recife e Lisboa onde expõe no salão “O Século” quando retorna é preso novamente no Rio de Janeiro. Em 1936 esconde-se na Ilha de Paquetá e é preso com Noêmia. Libertado por amigos, segue para Paris, lá permanecendo até 1940. Em 1937 recebe medalha de ouro com a decoração do Pavilhão da Companhia Franco-Brasileira, na Exposição de Arte Técnica, em Paris.

Com a iminência da Segunda Guerra deixa Paris. Retorna ao Brasil, fixando-se em São Paulo. Um lote de mais de quarenta obras despachadas da Europa não chegam ao destino, extraviam-se. Passa a combater abertamente o abstracionismo através de conferências e artigos. Viaja para o Uruguai e Argentina, expondo em Buenos Aires. Conhece Zuília, que se torna uma de suas modelos preferidas. Em 1946 retorna à Paris em busca dos quadros desaparecidos, nesse mesmo ano expõe no Rio de Janeiro, na Associação Brasileira de Imprensa. Ilustra livros de Vinícius de Morais, Álvares de Azevedo e Jorge Amado. Em 1947 entra em crise com Noêmia Mourão - "uma personalidade que se basta, uma artista, e de temperamento muito complicado…". Participa com Anita Malfatti e Lasar Segall do júri de premiação de pintura do Grupo dos 19. Segue criticando o abstracionismo. Expõe na Cidade do México em 1949.

É convidado e participa da I Bienal de São Paulo, 1951. Faz uma doação generosa ao Museu de Arte Moderna de São Paulo, constituída de mais de quinhentos desenhos. Beryl passa a ser sua companheira. Nega-se a participar da Bienal de Veneza. Recebe a láurea de melhor pintor nacional na II Bienal de São Paulo, prêmio dividido com Alfredo Volpi.

Em 1954 o MAM, Rio de Janeiro, realiza exposição retrospectivas de seus trabalhos. Faz novas exposições na Bacia do Prata, retornando à Montevidéu e Buenos Aires. Publica Viagem de minha vida. 1956 é o ano de sua participação na Bienal de Veneza e recebe o I Prêmio da Mostra Internacional de Arte Sacra de Trieste. Adota Elizabeth, filha de Beryl. Seus trabalhos fazem parte de exposição itinerante por países europeus. Recebe proposta de Oscar Niemeyer para a criação de imagens para tapeçaria a ser instalada no Palácio da Alvorada também pinta as estações para a Via-sacra da catedral de Brasília.

Leonardo da vinci


Leonardo di ser Piero da Vinci (Sound? pron.; Vinci, 15 de abril de 1452 – Cloux, 2 de maio de 1519) foi um polímata italiano, uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico.[1][2][3] É ainda conhecido como o precursor da aviação e da balística.[1] Leonardo frequentemente foi descrito como o arquétipo do homem do Renascimento, alguém cuja curiosidade insaciável era igualada apenas pela sua capacidade de invenção.[4] É considerado um dos maiores pintores de todos os tempos, e como possivelmente a pessoa dotada de talentos mais diversos a ter vivido.[5] Segundo a historiadora de arte Helen Gardner, a profundidade e o alcance de seus interesses não tiveram precedentes e sua mente e personalidade parecem sobre-humanos para nós, e o homem em si [nos parece] misterioso e distante.[4]

Nascido como filho ilegítimo de um notário, Piero da Vinci, e de uma camponesa, Caterina, em Vinci, na região da Florença. Leonardo foi educado no ateliê do renomado pintor florentino, Verrocchio. Passou a maior parte do início de sua vida profissional a serviço de Ludovico Sforza (Ludovico il Moro), em Milão; trabalhou posteriormente em Roma, Bolonha e Veneza, e passou seus últimos dias na França, numa casa que lhe foi presenteada pelo rei Francisco I.

Leonardo era, em seu tempo, como até hoje, conhecido principalmente como pintor.[5] Duas de suas obras, a Mona Lisa e A Última Ceia, estão entre as pinturas mais famosas, mais reproduzidas e mais parodiadas de todos os tempos, e sua fama se compara apenas à Criação de Adão, de Michelangelo.[4] O desenho do Homem Vitruviano, feito por Leonardo, também é tido como um ícone cultural,[6] é foi reproduzido por todas as partes, desde o euro até camisetas. Cerca de quinze de suas pinturas sobreviveram até os dias de hoje; o número pequeno se deve às suas experiências constantes - e frequentemente desastrosas - com novas técnicas, além de sua procrastinação crônica.[nb 3] Ainda assim, estas poucas obras, juntamente com seus cadernos de anotações - que contêm desenhos, diagramas científicos, e seus pensamentos sobre a natureza da pintura - formam uma contribuição às futuras gerações de artistas que só pode ser rivalizada à de seu contemporâneo, Michelangelo.

Leonardo é reverenciado por sua engenhosidade tecnológica;[5] concebeu ideias muito à frente de seu tempo, como um helicóptero, um tanque de guerra, o uso da energia solar, uma calculadora, o casco duplo nas embarcações, e uma teoria rudimentar das placas tectônicas.[7] Um número relativamente pequeno de seus projetos chegou a ser construído, durante sua vida (muitos nem mesmo eram factíveis),[nb 4] mas algumas de suas invenções menores, como uma bobina automática, e um aparelho que testa a resistência à tração de um fio, entraram sem crédito algum para o mundo da indústria.[nb 5] Como cientista, foi responsável por grande avanço do conhecimento nos campos da anatomia, da engenharia civil, da óptica e da hidrodinâmica.[8]

Leonardo da Vinci é considerado por vários o maior gênio da história, devido à sua multiplicidade de talentos para ciências e artes, sua engenhosidade e criatividade, além de suas obras polêmicas. Num estudo realizado em 1926 seu QI foi estimado em cerca de 180.[9][10]

Aleijadinho


Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, (Vila Rica, 29 de agosto de 1730 — Vila Rica, 18 de novembro de 1814) foi um importante escultor, entalhador, desenhista e arquiteto no Brasil colonial.

Com um estilo relacionado ao Barroco e especialmente ao Rococó, é considerado o maior expoente da arte colonial em Minas Gerais (comumente chamada Barroco mineiro) e no Brasil colônia em geral. Toda sua obra foi realizada em Minas Gerais, especialmente nas cidades de Ouro Preto, Sabará, São João del-Rei e Congonhas do Campo. Os principais monumentos que contém suas obras são a Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto e o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. Para vários pesquisadores, Aleijadinho é o maior nome do Barroco latinoamericano[1][2].